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terça-feira, 27 de outubro de 2015


comentário ao filme : a estranha em mim

A Estranha que há em mim- Flávio Fernandes Nº19

Sinopse: Erica Bain (Jodie Foster) é locutora de uma rádio de Nova Iorque. Está noiva de David e sente-se feliz. A sua felicidade vai-lhe ser roubada numa noite em que, numa fracção de segundos, o seu noivo é assassinado e ela fica gravemente ferida. Erica cura-se lentamente das suas feridas mas não consegue recuperar da perda de David. Os locais mais familiares de Nova Iorque, que ela amava, tornaram-se-lhe hostis e provocam-lhe ataques de ansiedade. Incapaz de ultrapassar o que aconteceu, Erica resolve agir contra o medo que sente e contra as pessoas que lhe roubaram a vida. Começa a patrulhar as ruas, compra uma arma e, em legítima defesa, acaba por começar a fazer justiça pelas próprias mãos. A cidade vai acompanhando com fascínio e perplexidade os crimes desta justiceira, mas Erica enfrentará um dilema: estará a sua sede de vingança a torná-la igual àqueles que odeia?

Opinião: Penso que foi um filme capaz de demonstrar o que uma desgraça pode fazer a uma pessoa. que mesmo depois das feridas físicas se curarem e sararem, as feridas psicológicas nuca saram, as pessoas ficam traumatizadas com as desgraças, e isso incapacita uma pessoa de seguir em frente, e penso que este filme conseguiu dar um grande exemplo de situações destas e de como uma pessoa reage numa situação destas. No caso de Erica, esta comprou uma arma para se sentir mais segura, o que levou a que acontecessem ainda mais desgraças.

terça-feira, 20 de outubro de 2015

A Sociologia em Portugal

A Sociologia em Portugal


A ditadura desconfiava dos sociólogos e das ciências sociais e por isso procurou sempre desvalorizar qualquer teorização do social e desta forma impedir o seu desenvolvimento institucional: não permitiu que a sociologia entrasse nas universidades, não permitiu organizações de índole social, nem a publicação ou difusão de obras relacionadas com o pensamento sociológico. Isto levou a que durante décadas, quem se aventurou por este caminho tivesse que o fazer de uma forma clandestina.

As ciências sociais surgem em Portugal com a revolução de 25 de Abril de 1974, surgem novas disciplinas, como a Sociologia, Antropologia Social, Ciências da Educação, etc., sendo criadas diversas licenciaturas e pós-graduações espalhados por todo o território nacional. Aparecem centros de pesquisa, normalmente ligados às universidades, constituem-se associações científicas, aparecem publicações de novas revistas especializadas sobre o assunto, organizam-se encontros e congressos, ou seja, consolidam-se as novas ciências sociais, onde a Sociologia representa um papel fundamental na divulgação de novas ideias e no desenvolvimento da sociedade portuguesa.

Importa salientar que o processo de institucionalização da sociologia em Portugal, vai coincidir com um período, em que a própria sociologia, enquanto disciplina institucionalizada, atravessava uma fase de reorientação e recuperação de um período muito crítico, em que toda a produção científica-social, tinha sido posta em causa em toda a Europa. A crise de que se está a falar tinha a ver, sobretudo, com o processo de desenvolvimento da própria sociologia. É neste contexto de crítica tenaz e de forte pluralismo que, em Portugal a sociologia se institucionaliza, ou seja, o nascimento da sociologia em Portugal coincide com o renascimento da própria sociologia, em países onde já mais precocemente se tinha institucionalizado.
A Sociologia em Portugal

A sociologia nasceu no século XIX quando a “questão social” e a miséria da classe operária ameaçavam o capitalismo emergente no mundo ocidental.

Embora alguns autores identifiquem o surgimento da Sociologia em Portugal no contexto da Revolução de 25 de Abril de 1974, muitos outros, embora assinalando a enorme importância deste facto social e das própria Sociologia, referem esse aparecimento muito antes.

O sociólogo António Firmino da Costa estabelece a existência de três períodos:
Ø  Antes da revolução de Abril de 1974
Em domínios, contestadores da ordem social, como é o caso das ciências sociais e da sociologia em particular, o poder político nunca deixou a divulgação das ideias, a organização de debates, a formação de especialistas, construindo uma paz podre e evitando o desenvolvimento de uma comunidade intelectual autónoma e dialogante;

Ø  De 25 de Abril de 1974 até meados da década de 80
Aparecem centros de pesquisa, normalmente ligados às universidades, constituem-se associações científicas, aparecem publicações de novas revistas especializadas sobre o assunto, organizam-se encontros e congressos, ou seja, numa palavra, consolidam-se as novas ciências sociais, onde a Sociologia irá ter um papel fundamental na divulgação de novas ideias e no desenvolvimento da sociedade portuguesa;

Ø  Apos década de 80;

Com o desenvolvimento do capitalismo em Portugal em finais do sec. XIX, houve um interesse por parte dos pensadores sociais em estudar o nascente movimento operário. Embora não se possa marcar uma data como referência para o início da sociologia, a revista Positivismo, criada em 1878 por Teófilo Braga (1843-1924) e Júlio de Matos (1856-1922), introduzida em Portugal os primeiros textos sociológicos. Em 1884, Teófilo Braga publicava a primeira obra intitulada Sistema de Sociologia.

Com o golpe militar de 1926 “a investigação científica em Sociologia era quase inexistente. A análise sociológica da realidade portuguesa era incómoda para o regime ditatorial derrubado em 1974”, salienta António Firmino da Costa. Em Évora, em 1964, surge a primeira licenciatura em Sociologia e é lançada a revista Economia e Sociologia

Em 1985, foi criada a Associação Portuguesa de Sociologia, principal organização cientifico-profissional dos sociólogos portugueses, que apoia a disciplina e o estudo desta nova profissão

Em 1988, realizou-se o primeiro Congresso Português de Sociologia que, em 2014, já atingiu a oitava edição.

A jovem Sociologia portuguesa é agora uma área em desenvolvimento com sociólogas e sociólogos de grande reputação em áreas específicas de trabalho, mas também com profissionais habilitados para dar resposta aos problemas sociais da sociedade portuguesa contemporânea.



José Gonçalves Nº23 12ºD

A Sociologia em Portugal

                                     A Sociologia em Portugal
O anterior regime político deixou marcas profundas em toda a comunidade científica portuguesa. Em domínios, mais contestadores da ordem social, como é o caso das ciências sociais e da sociologia em particular, o poder político nunca deixou a divulgação das ideias, a organização de debates, a formação de especialistas, construindo uma paz podre e evitando o desenvolvimento de uma comunidade intelectual autónoma e dialogante.

Contudo mesmo antes da revolução de 25 de Abril de 1974, com o surgir de um sector modernizado da sociedade portuguesa, desejoso de reformas e críticos em relação ao modelo de gestão do país, aparecem as ciências sociais como um instrumento importante desse desenvolvimento.
Com o 25 de Abril de 1974 surgem novas disciplinas, como a Sociologia, Antropologia Social, Ciências da Educação, etc., sendo criadas diversas licenciaturas e pós-graduações espalhados por todo o território nacional. Aparecem centros de pesquisa, normalmente ligados às universidades, constituem-se associações científicas, aparecem publicações de novas revistas especializadas sobre o assunto, organizam-se encontros e congressos, ou seja, numa palavra, consolidam-se as novas ciências sociais, onde a Sociologia irá ter um papel fundamental na divulgação de novas ideias e no desenvolvimento da sociedade portuguesa.

Com o desenvolvimento do capitalismo em Portugal em finais do século XIX , houve um interesse  por parte dos pensadores sociais em estudar o nascente movimento operário. Embora não se possa marcar uma data como referência para o inicio da Sociologia , a revista Positivismo , criada em 1878  por Teófilo de Braga (1843-1924) e Júlio de Matos (1856-1922) , introduzida em Portugal os primeiros textos sociológicos. Em 1884, Teófilo Braga publicava a primeira obra intitulada Sistema de Sociologia (Systema de Sociologia).

Com o golpe militar de 1926 a investigação científica em Sociologia era quase inexistente. Para António Firmino da Costa a análise sociológica da realidade portuguesa era incómoda para o regime ditatorial derrubado em 1974.
Porém , há a assinalar a criação  , em 1962 , do Gabinete de Investigações Sociais (GIS) , em Lisboa no âmbito do instituto superior de Ciências Económicas e Financeiras e em 1963 , a edição da revista Análise Social por este gabinete sob a coordenação do destacada sociólogo Adérito Sedas Nunes . Em Évora , em 1964 surge a primeira licenciatura em sociologia e é lançada a revista Economia e Sociologia.
Em 1985 , foi criada a Associação Portuguesa de Sociologia , principal organização científico-profissional dos sociólogos portugueses , que apoia a disciplina e o estudo desta nova profissão.
Em 1988 , realizou-se o primeiro Congresso Português de Sociologia que , em 2014 já atingiu a oitava edição.



André Cunha Nº6 12ºD
Sociologia em Portugal
Antes da revolução de 25 de Abril de 1974,surgem as Ciências sociais como um instrumento importante do desenvolvimento da sociedade portuguesa. Surgem também novas disciplinas, como a Sociologia, Antropologia Social, Ciências da Educação, etc., sendo criadas diversas licenciaturas e pós-graduações espalhados por todo o território nacional. Aparecem centros de pesquisa, normalmente ligados às universidades, constituem-se associações científicas, aparecem publicações de novas revistas especializadas sobre o assunto, organizam-se encontros e congressos, ou seja, numa palavra, consolidam-se as novas ciências sociais, onde a Sociologia irá ter um papel fundamental na divulgação de novas ideias.
Em Portugal e até meados do século XX, foram duas as influências verdadeiramente marcantes na sociedade portuguesa, a do positivismo e a do reformismo playsiano.
Quanto à primeira, Teófilo Braga foi o seu grande divulgador, lutando contra uma filosofia idealista muito forte e hostil, nomeadamente pelas elites intelectuais, culturalmente retrógradas e politicamente conservadoras. Contudo o papel central da sociologia que era a reforma da sociedade portuguesa e a condução para um mundo civilizado e de progresso nunca foi alcançado, pela falta de produção científica consistente e empiricamente fundamentado.
Tudo começa em 1908, quando a Sociedade de Geografia de Lisboa, convida J. Durieu, secretário da Societé Internationale de Science Sociale, fundada em 1904  a fazer um ciclo de conferências sobre as teorias da reforma social e o método das monografias usado pela sociedade nos seus estudos. No ano seguinte, um outro sociólogo, também discípulo da mesma escola faz um estudo sobre a sociedade portuguesa, onde são assinalados factores de desorganização social profundos e continuados e se conclui que as classes sociais e as estruturas das famílias portuguesas, não favoreciam a emergência dos princípios por que se deviam reger as sociedades modernas, a saber: valores pessoais sobre a condição social, o primado do trabalho sobre a política e a abertura ao exterior. São dados assim os primeiros passos para o sucesso da sociologia em Portugal e em 1918 é criada no Porto a Sociedade Portuguesa de Ciência Social, a primeira associação de cientistas sociais formada no país.
O que é facto é que o reformismo social favorecia o entendimento entre os diferentes grupos sociais e defendia a correcção coerciva desde que necessária para preservar o homem da tentação. O reformismo social apoiava-se ou inspirava-se na doutrina oficial do catolicismo e aproximava-se das soluções integristas. Não admira, portanto que mais tarde Salazar convide um outro representante da Escola de Le Play, Paul Deschamps, para replicar o estudo feito anteriormente sobre a sociedade portuguesa, esperando deste modo fundamentar os estudos credíveis as opções políticas que tencionava desenvolver. No entanto os resultados não agradaram ao regime perante o reconhecimento de Deschamps de que “a concepção de sociedade ditada pelo Estado Novo não deixava o mínimo lugar a uma disciplina como a sociologia, mesmo que esta fosse discreta nas menores alusões críticas”.
A ditadura desconfiava dos sociólogos e das ciências sociais e por isso procurou sempre desvalorizar qualquer teorização do social e desta forma impedir o seu desenvolvimento institucional: não permitiu que a sociologia entrasse nas universidades, não permitiu organizações de índole social, nem a publicação ou difusão de obras relacionadas com o pensamento sociológico. Isto levou a que durante décadas, quem se aventurou por este caminho tivesse que o fazer de uma forma clandestina. O enfraquecimento do regime e a acumulação das contradições sociais dentro da própria sociedade portuguesa, levantaram enormes problemas entre a população e não havia como escondê-los. Isto levou a que a década de 60 devido a uma conjugação de factores, desde a tomada de consciência, por camadas mais amplas, ao atraso da sociedade portuguesa quando comparada com outras sociedades da Europa e o descrédito do modelo corporativista prometido como alternativa, transformaram-se rapidamente em preocupações de todos os cidadãos. Aumentou a procura de conhecimentos especializados na área social e surgiram instituições de planeamento e intervenção técnica, gabinetes e organismos de estudos sociais, cobrindo temáticas do âmbito colonial ou relacionadas com com o serviço social, o desenvolvimento comunitário, a formação profissional e políticas de desenvolvimento.
Em 1963, surgiu cursos com disciplinas de sociologia e, mesmo uma licenciatura em Sociologia no Instituto de Estudos Superiores de Évora, mas sem efeitos notórios para a institucionalização da Sociologia, dadas as preocupações práticas de formação de profissionais e preocupações ético-religiosas.
Um verdadeiro marco na história da sociologia em Portugal, acontece em 1963 com o surgimento da revista Análise Social, projecto de um grupo de investigadores, quase todos identificados com o progressismo católico, movidos pelas ideias do desenvolvimento económico baseado no progresso e na justiça social. 
Dava-se então início à terceira fase do processo de institucionalização da Sociologia em Portugal. Isto acontece, quer através da criação de novas licenciaturas noutras universidades, quer através da criação de verdadeiros centros de investigação sociológica, bem como revistas e publicações periódicas e ainda através da criação de organismos científicos e profissionais cujos congressos passaram a constituir eventos marcantes da vida colectiva dos sociólogos portugueses.
Importa salientar que o processo de institucionalização da sociologia em Portugal, vai coincidir com um período, em que a própria sociologia, enquanto disciplina institucionalizada, atravessava uma fase de reorientação e recuperação de um  período muito crítico, em que toda a produção científica-social, tinha sido posta em causa em toda a Europa. A crise de que se está a falar tinha a ver, sobretudo, com o processo de desenvolvimento da própria sociologia.
De uma forma sintética e identificando as diferentes variantes da produção sociológica em Portugal e a melhor prática dessa produção nos últimos anos, eu diria que os benefícios que a institucionalização tardia da sociologia em Portugal teve as seguintes vantagens:
ü  A abertura interdisciplinar do trabalho sociológico,
ü  A tendência para a auto reflexividade epistemológica e metodológica,
ü  O ajustamento entre dimensão teórica e dimensão empírica do social,
ü  Pluralismo teórico e metodológico, aliado à rejeição de orientações paradigmáticas exclusivistas,
ü  A combinação de metodologias quantitativas e qualitativas,
ü  A articulação de diferentes níveis de análise, macro, micro, global e local,
ü  O interesse por estudos inovadores e de “fronteira”,
ü  A combinação equilibrada entre a investigação fundamental, a investigação aplicada e a intervenção profissional.
Todos estes traços não significam outra coisa senão reconhecer que, à partida, as condições se apresentavam favoráveis ao desenvolvimento de uma sociologia inovadora e de qualidade, e não envolve qualquer juízo de valor em relação ao modo como essas condições foram aproveitadas.
Importa salientar que os contextos mutáveis em que se desenvolveu o trabalho sociológico, se encarregou de reduzir, nuns casos, e aumentar noutros, as vantagens comparativas de que os sociólogos portugueses gozavam à partida.
Boaventura Sousa Santos, a propósito da década de 80, afirma que o contexto socio temporal, acabou por ser desastroso para a sociologia, por esta não ser capaz de acompanhar as rápidas transformações que estavam a ocorrer, nem evitar que o trabalho sociológico se orientasse, paradoxalmente, noutras direcções. Isto resultou, que devido a certas conjunturas da história portuguesa recente, se abrandasse a vigilância crítica em relação ao poder instituído:
 “A tradição sociológica portuguesa tem alguma especificidade. Dominou durante muito tempo uma postura crítica. Em dois momentos, porém, muito diferentes entre si, o compromisso orgânico pretendeu tomar a dianteira: o primeiro foi durante a crise revolucionária do 25 de Abril, o segundo, nos últimos quatro anos, em resultado de uma certa modernização e também de uma certa governamentalização das práticas sociais e institucionais, ambas impulsionadas pela integração de Portugal na CEE”. E conclui: “Os desafios que nos são colocados exigem de nós que saiamos deste pêndulo. Nem guiar nem servir. Em vez de distância crítica, proximidade crítica. Em vez de compromisso orgânico, o envolvimento livre. Uma objectividade feita de independência, e não de neutralidade”.
Finalmente e voltando ainda ao tardio surgimento da sociologia em Portugal e a sua relativa marginalidade em face aos principais centros de produção do conhecimento sociológico, importa realçar a posição defendida em 1988, pelo então Presidente da Associação Portuguesa de Sociologia, João Ferreira de Almeida: “Sou dos que não consideram forçosamente negativos todos os efeitos da nossa relativa marginalidade (…). É certo que a periferia tende a ser candidata a colonização e, no caso que agora nos interessa, através da importação acrítica de modelos nem sempre adequados ao trabalho local; mas a situação comporta, também, virtualidades que interessa ter em conta e aproveitar. A sociologia que se faz em Portugal pode, com efeito, recolher influxos variados que activamente procure e seleccione, quer os provenientes dos espaços já referidos, quer os que têm origem noutras fontes e noutras regiões. As grandes áreas linguísticas e culturais padecem geralmente de algum isolamento, apesar e por causa da sua dimensão e da sua preponderância. A nossa pequenez, em contrapartida, obriga-nos à extroversão; todo o problema reside em aproveitar sem exclusões apriorísticas os contributos exteriores avaliados como mais positivos”.

Trabalho realizado por:
Fábio Gonçalves Nº18 12ºD

Maria Montrond Nº25 12ºD                 

A sociologia em Portugal- Bruna Braga e Cristiana Machado

A sociologia em Portugal

O anterior regime político deixou marcas profundas em toda a comunidade científica portuguesa. Em domínios, mais contestadores da ordem social, como é o caso das ciências sociais e da sociologia em particular, o poder político nunca deixou a divulgação das ideias, a organização de debates, a formação de especialistas, construindo uma paz Com o 25 de Abril de 1974 surgem novas disciplinas, como a Sociologia podre e evitando o desenvolvimento de uma comunidade intelectual autónoma e dialogante.

Aparecem centros de pesquisa, normalmente ligados às universidades, constituem-se associações científicas, aparecem publicações de novas revistas especializadas sobre o assunto, organizam-se encontros e congressos, ou seja, numa palavra, consolidam-se as novas ciências sociais, onde a Sociologia irá ter um papel fundamental na divulgação de novas ideias e no desenvolvimento da sociedade portuguesa.

A ditadura desconfiava dos sociólogos e das ciências sociais e por isso procurou sempre desvalorizar qualquer teorização do social e desta forma impedir o seu desenvolvimento institucional: não permitiu que a sociologia entrasse nas universidades, não permitiu organizações de índole social, nem a publicação ou difusão de obras relacionadas com o pensamento sociológico. Isto levou a que durante décadas, quem se aventurou por este caminho tivesse que o fazer de uma forma clandestina.
Um verdadeiro marco na história da sociologia em Portugal, acontece em 1963 com o surgimento da revista Análise Social. Dava-se então início à terceira fase do processo de institucionalização da Sociologia em Portugal. Importa salientar que o processo de institucionalização da sociologia em Portugal, vai coincidir com um período, em que a própria sociologia, enquanto disciplina institucionalizada, atravessava uma fase de reorientação e recuperação de um período muito crítico, em que toda a produção científica-social, tinha sido posta em causa em toda a Europa. A crise de que se está a falar tinha a ver, sobretudo, com o processo de desenvolvimento da própria sociologia.

A institucionalização tardia da sociologia em Portugal teve as seguintes vantagens:
·                      A abertura interdisciplinar do trabalho sociológico,
·         A tendência para a auto reflexividade epistemológica e metodológica,
·         O ajustamento entre dimensão teórica e dimensão empírica do social,
·         Pluralismo teórico e metodológico, aliado à rejeição de orientações paradigmáticas exclusivistas,
·         A combinação de metodologias quantitativas e qualitativas,
·         A articulação de diferentes níveis de análise, macro, micro, global e local,
·         O interesse por estudos inovadores e de “fronteira”,
·         A combinação equilibrada entre a investigação fundamental, a investigação aplicada e a intervenção profissional.




segunda-feira, 12 de outubro de 2015

A estranha em mim

A estranha em mim

Síntese
O filme “A estranha que há em mim” (titulo original: “The Brave One”) conta a história de, Erica Bain uma jovem locutora de rádio que vive em Nova Iorque, numa noite em que passeava o seu cão com o seu noivo David, são atacados por um grupo de delinquentes, estes matam David, deixando Erica em coma. Esta fica traumatizada e começa a viver em medo, que tenta combater comprando uma arma ilegal. Desta forma ela vagueia pelas ruas da “grande cidade mais segura do mundo” com sentimentos de amargura e vingança. Erica refere-se a todos estes sentimentos como “uma estranha” que vive no seu interior e que tomou o controlo total da sua vida.


Opinião
Este filme prova-nos que o ser humano é uma criatura imprevisível e que qualquer pessoa pode ter comportamentos ou atitudes, incluindo matar, que nunca ninguém poderia prever. A meu ver, a procura de Erica por vingança pelas próprias mãos ultrapassa completamente os limites, pois através dos homicídios esta torna-se naquilo que deseja eliminar desde o início. 








Bruno Barão nº12 12ºD

comentário ao filme: a estranha em mim - Patrícia Cardoso

“Sempre pensei que o medo pertencia a outras pessoas, às pessoas mais fracas. Nunca me tinha tocado, e depois tocou. E quando te toca tu sabes, que esteve ali o tempo todo, à espera, debaixo da superfície de tudo o que amas.”
Erica Bain trabalhava num canal de rádio. Tinha uma vida normal, tinha emprego, estava noiva e estava feliz com a pessoa que tinha ao lado.
Num passeio com o marido e o cão, este fugiu para um túnel mais à frente. Ao irem buscá-lo, depararam-se com um grupo de assaltantes que os espanca e os manda para o hospital num estado deplorável.
Erica, ao acordar, depara-se com a notícia de que o seu marido não tinha sobrevivido ao ataque e que já tinha sido enterrado na sua ausência.
O psicológico do ser humano é forte? Sim e não. Por muito forte que o nosso psicológico seja, vai haver alguma coisa que o parta e o torne frágil, como no caso de Erica.
Erica encontrava-se com um medo constante de sair e de estar na rua. Decidiu comprar uma arma, ilegalmente, pois não tinha licença. O indivíduo que lhe vendeu a arma ensinou-a como a usar e ofereceu-lhe ainda, balas de graça.
Quando sofremos situações de vida ou de morte, e conseguimos sobreviver, algo dentro de nós desperta. Algo que estava enterrado dentro de nós, uma outra personalidade, com um comportamento e uma mentalidade diferente. Um estranho.
Foi isso que despertou em Bain.
Erica levava a arma consigo para todo o lado. Mas a violência tinha uma tendência para a seguir. E mais à frente, era ela que seguia a violência.
Foi a uma loja de conveniência, e deparou-se com um homem a entrar em grande força, e a disparar contra a senhora que estava na caixa, matando-a.
Fez todos os possíveis para se manter escondida, mas o mais simples barulho atraiu a atenção do atacante, o que o levou a querer disparar sobre Erica. Num impulso defensivo, Erica acaba por disparar várias vezes, acabando com a vida do mesmo.
O segundo momento foi no metro. Um rapaz foi roubado por dois indivíduos, e logo a seguir estes intimidaram um homem e uma criança, até que os 3 saíssem da carruagem. Erica foi a única pessoa que se deixou ficar, juntamente com os assaltantes. Estes foram até ela, e tentaram intimidá-la. No momento em que apontaram uma navalha ao seu pescoço, Erica dispara sobre os dois e abandona a carruagem.


Depois de estes incidentes todos, era Erica quem ia à procura dos criminosos, e era ela quem os matava fazendo assim, segundo ela, justiça.
Esta tornou-se também um tanto próxima, do agente que estava a investigar aqueles homicídios todos. O que vai influenciar o final do filme.
Erica salvou uma rapariga do mundo da prostituição, acabando por matar o homem que a mantinha presa dentro do carro, após este ter tentado atropela-las. Depois disso, foi pedir informações de onde se encontrava os homens que a atacaram a ela e ao seu falecido marido.
Ao início a rapariga não se inclinou a dizer onde estes se encontravam, porque tinha medo que a matassem. Mas momentos mais tarde, mandou uma mensagem a Bain a dizer a morada destes.
Erica conseguiu a sua vingança, matando-os. Com a ajuda do agente de quem era amiga. Este pediu que ela o alvejasse para ter uma desculpa para a ter deixado fugir. Erica fez o que lhe foi pedido, e abandonou o local.
Erica passou de se defender dos que lhe tentavam fazer mal, para ir atrás dos que faziam mal.
Como se fosse um tipo de Justiceira. Teve momentos de fraqueza, e chegou a querer entregar-se à polícia. Mas relembrou-se de que tinha ainda de tratar de outras contas.
Este filme tem uma das melhores exibições do medo e da fragilidade humana. Mostra o quão rápido podemos cair no poço do medo, e deixar que ele nos consuma. O quão fácil é o nosso monstro interior despertar e fazer com que façamos coisas que nunca nos imaginámos a fazer, como matar uma pessoa. Todos nós temos um estranho dentro de nós, cabe a nós decidir se o queremos deixar sair ou não.


“Todos os monstros são humanos.”



comentario ao filme : a estranha em mim . Fábio Miguel

“A estranha em mim”

Resumo do filme: O filme fala da história de Erica Bain (Jodie Foster), uma jornalista que trabalha numa estação de radio de Nova Iorque. Ela tem uma vida simples e feliz: tem um bom emprego, está noiva de David Kirmani (Naveen Andrews), com quem partilha casa e tem um animal de estimação, um cão. Mas subitamente numa noite, tudo muda: Ela e o seu noivo David passeavam o cão, quando de repente, eles são atacados por três criminosos violentos que filmam todo o ataque. David acaba por falecer devido aos seus ferimentos, e Erica, depois de estar 3 semanas em coma, sobrevive. Irritada e traumatizada, ela fecha-se em casa durante um tempo, não tendo coragem para sair a rua, mas na primeira vez que sai de casa, acaba por comprar uma arma ilegal numa loja de armas no mercado negro.
Passados uns dias, entra numa loja, onde um homem assassina a gerente de loja, sua ex-mulher. O assassino ouve o telemóvel de Erica, que entretanto tocara. Com medo, e numa ação de autodefesa, Erica acaba por matar a tiro o homem.
 Noutra noite, dois gangsters ameaçam os passageiros do metro em que circulam. Todos os passageiros saem na estação seguinte, à exceção de Erica. Quando os gangsters, espantados com o facto de ela não se sentir ameaçada, tomam isso como um desafio e ameaçam-na com uma faca. Novamente numa ação de autodefesa, Erica mata os dois homens.
Quando ela se autoconfronta com “este novo eu”, ela começa a questionar a si própria o porque de não sentir remorsos.
  Noutra noite, ela tenta salvar uma prostituta, ameaçando o homem que estava com a rapariga com a sua arma. Quando ele tenta atropela-las com o seu carro, ela atinge-o na cabeça, mas não antes de salvar a prostituta. A prostituta fica ferida e é levada para o hospital. Durante todo o filme Erica tenta encontrar os autores da morte de David.






Ela inicia uma amizade com o detetive Sean Mercer (Terrence Howard) que está a investigar os crimes que Erica tinha cometido, mas que ele não sabia quem seria o autor dos mesmos. Erica, na tentativa de descobrir se o detetive está perto de resolver o caso, finge querer entrevistar Mercer. Durante a entrevista, o detetive pergunta como ela conseguiu refazer a sua vida depois da sua tragédia. Ela responde que simplesmente teria de sobreviver, ou seja, tornando-se uma pessoa diferente do que era antes. Ao mesmo tempo, o Detetive Mercer estava a seguir outro caso, de um homem que teria assassinado a mulher, e que agora estaria a lutar pela custódia da sua enteada, mesmo sendo um criminoso. Apesar de tudo, o Detetive não consegue resolver esse caso.

Quando Erica mata o suspeito que Detetive Mercer andava a investigar, ele suspeita que ela seja o assassino. Ele tenta definir uma armadilha para Erica e leva-a a entrevistar a prostituta ela tinha salvado antes, mas a prostituta finge que não conhece Erica. Quando Mercer é finalmente capaz de entrevistar um dos passageiros do metro, ele recebe uma descrição do provável assassino, e descobre que é uma mulher, em vez de um homem, como se suspeitava anteriormente. Quando a polícia traz Erica para identificar um dos suspeitos do seu ataque, ela reconhece um deles, mas mente, e diz que não reconhece nenhum.
Informado pela polícia de que havia sido encontrado o anel de noivado de Erica, o Detetive Mercer aumenta as suas suspeitas para Erica, e pede a um colega para localizar uma chamada realizada entre ele e Erica, na noite do último crime.
No final do filme, Erica encontra e confronta os homens responsáveis ​​pela morte do seu noivo. Ela mata dois deles, encontra e liberta o seu cão e luta com um terceiro homem. De repente, o Detetive Mercer chega. Em seguida, Erica tenta matar o criminoso, mas Mercer convence Erica a baixar a arma, mas depois de a olhar olhos nos olhos, entrega-lhe a arma, para ela usar para matar o último bandido. O bandido implora para ser preso. Mas, Erica mata o bandido, então Mercer insiste que Erica deve feri-lo para ajudar a montar um enredo que culpe os criminosos. Mercer coloca a arma de Erica na mão morta do último criminoso, e Erica foge, terminando o filme a passear com o cão no sítio onde haveria sido morto o seu noivo.

Comentário do filme: Eu achei o filme bastante bom, porque não só nos faz pensar no modo em que não nos conseguimos conhecer/controlar em determinadas situações, mas também no modo que a sociedade pode ser manipulada e enganada.

domingo, 11 de outubro de 2015

Cometario ao filme. A estranha em mim - Andreia Matos

Relatório do Filme “A Estranha em mim”
O filme relata a história de uma mulher, Erica Bain uma conhecida locutora de rádio em Nova Iorque que vivia com o marido e o seu animal de estimação, um cão.
    Erica tinha uma vida normal com o seu marido, até ao dia em que ele é morto num assalto de que foram vitimas. A partir da morte do marido, Erica nunca mais foi a mesma, inclusive tentou voltar a fazer a sua vida normal e voltar a trabalhar na rádio como sempre fez mas simplesmente não conseguia e para se “vingar” da morte do marido decide comprar uma arma de forma ilegal para se proteger de quem lhe tenta-se fazer mal.
   Mas o seu grande pesadelo aumenta ainda mais quando Erica mata dois homens no metro que lhe queriam fazer mal e depois foge! Esses dois homens foram apenas alguns das suas “vítimas”.
Erica só se apercebe que realmente tem um problema quando mata que não conhece de lado nenhum, simplesmente porque o viu num elevador e ouviu a dizer que estava numa situação complicada sem solução e ele decide então mata-lo.
   No meio desta desgraça toda Erica conhece um detetive privado/policia que inclusive o entrevista para o seu programa de rádio e que a vai ajudar de certa forma a tentar ultrapassar a dor que sente.
   Quando Erica finalmente descobre os culpados pela morte do marido vai á procura deles e quando os encontra acaba por os matar e quem assiste a isto tudo é o seu amigo detetive/policia que percebe que é ela a autora de todos os outros crimes mas mesmo assim ajuda-a a fugir para ela poder viver em paz ou pelo menos tentar, com o seu fiel amigo, o cão.
Opinião Pessoal:
 Pessoalmente gostei bastante deste filme pois retrata a vida de algumas pessoas que sofrem ou sofreram o mesmo que a personagem transmite. Na minha opinião como é lógico matar pessoas não é a solução para nada, mas de certa forma assim faz com que a dor que essas pessoas sentem diminua, apesar de alguns remorsos que possam sentir depois de o fazerem. E também o facto de o filme se passar em Nova Iorque um sítio onde o mundo do crime é bastante real e sempre presente no dia-a-dia das pessoas faça com o filme pareça ainda mais real.
Foi realmente um filme que gostei de ver e que recomendo a outras pessoas.


  





                                                                                                                                                            Andreia Matos nº7 12ºD

Comentário : A estranha em mim - Bruna Alexandra

Comentario do filme "A estranha em mim"
 O filme que vimos na minha opinião é um excelente e espetacular filme, pois a cada cena do filme que passava ficava sempre a vontade de ver e vder cada vez mais, apesar da sua violência.
 As atitudes de mulher, a Érica, são e não são compreensivas. São compreensivas porque ela quando foi violentamente espancada, pelo homem que os atraiu a ela e ao namorado para aquele túnel por causa do seu cão, ficou bastante marcada fisica e psicologicamente, pois tambem assistou ao espancamendo do marido que acabou por falecer. Não são compreensivas porque ela não deveria ter comprado uma arma ainda por cima ilegalmente, e todas aquelas pessoas que ela matou foi por ter medo do que poderia vir a acontecer e porque via tambem as pessoas que ela matou a fazer mal a outras pessoas. Finalmente ela encontrou o homem que lhe tinha feito mal e que matou o seu marido, quando ela o ia a matar apareceu o amigo dela da policia e dize-lhe se ela o quiser matar que seja com uma arma legal e da-lhe a sua arma e nisto ela mata-o. Depois ele diz-lhe para ela o ferir e ela da-lhe um tiro e ele fica ferido e assim vai acabando o filme.
 O final do filme é bastante emocionante, pois quando ela passa o túnel onde aconteceu aquela tragedia toda, o seu cão, que tinha ficado com o homem que lhes tinha feito mal, regressa atras dela e é o mesmo emocionante recomendo bastante este filme.



sábado, 10 de outubro de 2015

comentario ao filme : a estranha em mim - Lidia Santos

A estranha em mim

‘’A estranha em mim’’ foi o filme visualizado na aula de sociologia. Este filme conta-nos a história de Erica, uma locutora de rádio que está noiva de David e ambos têm uma vida feliz e agradável.
Mas o seu mundo ficou ao avesso quando o seu noivo é assassinado e ela gravemente ferida. Erica que era uma doce e feliz mulher, transformou-se completamente devido o acontecido, passou a fazer justiça aos injustiçados, tirando a vida a quem queria tirar a de outros.
Este comportamento repetiu-se várias vezes até que um amigo de Erica que era polícia, desconfiou, mas apesar de ter descoberto que o autor dos homicídios fora Erica, ele acabou por ajudá-la, recriando uma cena de crime para que saísse ilesa.
Apesar do sucedido e do quão traumatizada que Erica ficou, no meu ponto de vista, Erica nem mais ninguém tinha o direito de tirar a vida, por mais transtornada que estivesse, ela não deveria ter agido daquela forma, pois apesar de alguns matarem por puro prazer, e ela por não estar em si, não justifica os seus atos, pois no final pessoas continuavam morrendo e vidas continuavam sendo perdidas.


Comentario a filme : a estranha em mim - Rita rosa

Relatório sobre o filme “Uma estranha em mim”
O filme “Uma estranha em mim” fala sobre um casal de namorados, Erica Bain e David que numa noite vão passear a um parque com o seu cão e são violentamente agredidos.
Ambos são levados para o hospital num estado muito grave, e David acaba mesmo por não sobreviver, enquanto Erica fisicamente recupera, psicologicamente fica muito afectada, por o sucedido mas também por ter ficado sem o seu cão.
Erica acaba por ficar traumatizada com a situação e decide comprar uma arma para se proteger de futuras ameaças. Erica está tão perturbada que considera quase toda a gente como uma ameaça, e no seu pensar a melhor solução é matar, para que não lhe façam mal a ela.
No final Erica acaba por se vingar de quem matou o seu namorado, um dos seus principais objectivos, e volta a recuperar o seu cão.
Apesar de contar a verdade ao polícia/detective envolvido no caso, este não quis que ela sofresse qualquer punição.
Na minha opinião o polícia achou que o que Erica fez foi para se vingar do facto de ter perdido o namorado, e para se sentir melhor com ela própria.

Penso que o final do filme não foi mais correcto, pois Erica devia ter sido responsabilizada por as mortes que causou e ter recebido ajuda psicológica para que conseguisse ultrapassar o trauma da morte do seu namorado, David.
Concluindo, na minha opinião este filme retrata como um ser humano pode ficar psicologicamente afectado, ao ponto de se querer vingar e fazer justiça por as próprias mãos, para se sentir melhor com ele próprio.









                                                    Rita Rosa, Nº4, 12ºD

Comentário : a estranha em mim - André cunha


The Brave One
 
The Brave One é um filme onde relata  a história de Erica Bain e o seu namorado David no qual uma noite acabam por ser violentamente espancados por gangsters . Ela fica em coma por três semanas e quando acorda descobre que o seu noivo ( David) está morto.
Após sair do hospital Erica demonstra estar traumatizada e com medo da sua segurança no dia a dia, então Erica decide comprar uma arma no mercado negro onde Erica diz mesmo não ter experiência nenhuma com armas de fogo no entanto após ter comprado a arma Erica encontra-se em várias situações de perigo no qual imediatamente dá uso á arma no qual acabam por resultar em mortes de bandidos , muitas delas sem sentido algum como por exemplo num mercado um homem mata a esposa por ela ter pedido o divórcio , no comboio mata 2 individuos de raça negra só porque estes estavam a planear fazer-lhe mal . New York passa de uma cidade maravilhosa descrita no inicio do filme para uma cidade onde acontece crimes por tudo o que é sitio . Tudo isto é feito para que se procure justificar a transformação de Erica em uma justiceira.
Para complicar ainda mais um pouco , Erica acaba por se envolver com o policial Sean Mercer que está a investigar estas mortes de bandidos realizadas por um  Justiceiro ou assim ele pensa.
Mais tarde Sean Mercer apercebe-se que o justiceiro não é um homem mas sim uma mulher e começa a juntar pistas que acabam por fazer com que Sean Mercer comece a desconfiar de Erica , após uma conversa no bar Sean Mercer pede um favor a Erica , Que ela vá com ele tentar identificar um dos criminosos que lhe espancaram a ela e ao seu marido , Erica sente receio mas decide ir.
Quando lá chega Erica nega ter reconhecido qualquer individuo ali presente ( no qual é mentira).
Após ter saido de lá Erica procura informações sobre o individuo que causou a morte de David  que acaba por conseguir através de uma prostituta ou pelo menos é assim que eu a vejo e decide ir atrás dele.
Erica ao chegar há morada do bandido  encontra o seu cão e então decide-o resgatar acabando por matar qualquer pessoa que lhe aparecesse há frente no entanto acaba por ser agarrada por um dos bandidos mas  entretanto o policial Sean Mercer milagrosamente decide ir até há morada de onde esse bandido mora e acaba por salvar Erica da sua morte  e para a proteger decide então fazer com que ela lhe dê um tiro para que todos aquelas mortes sejam assim culpa dele como se fosse então uma espécie de autodefesa.
Na minha opinião The Brave One é um filme um pouco confuso no qual demonstra muito irrealismo e que poderia eventualmente ter um final melhor  , acho que todos nós esperavamos que realmente  fosse acontecer alguma coisa há Erica como obter ajuda psicológica ou ter ficado presa por ter morto  vários individuos mas nem tudo neste filme é irreal de facto eles conseguiram passar bem a imagam do quão dificil realmente é ultrapassar alguns traumas como a morte de alguém proximo de nós ou da violência dai sentir-se como se houvesse um estranho dentro da gente.



André Cunha nº 6 12ºD

comentario : a estranha em mim - bárbara

Relatório do filme “uma estranha em mim”

 O filme relata a história de uma mulher que perde o marido,numa noite em que estão os dois a passear com o cão deles.
 O marido é morto por um grupo de rapazes que apareceram á frente deles derrepente. Eles vão para o hospital, mas ele não sobrevive e ela ao saber que ele está morto fica desolada e pensa na vingança.
 Passado uns tempos ela tenta arranjar uma arma, e consegue comprá-la a um senhor que vai na rua, para poder vingar-se da morto do marido.
 No desenrolar da história, aparecem pessoas no caminho dela em que ela se apercebe que são maus, que roubam, ou que fazem mal ás pessoas, e ela como anda sempre com a arma, mata-os, pois tudo lembra-lhe o que passou com o marido.
 No final, chamam-lhe á prisão, para ela identificar o assasíno que matou o marido, ela reconhece-o mas fica calada e não o denuncia, pois ela quer vingar-se pelas suas própias mãos.
 Ela consegue encontrar o paradeiro dele, e mata-o, não com a sua arma ilegal, mas com a arma do polícia que lá está, pois é legal.
 E assim o polícia a ajudou a conseguir vingar-se da morte do marido.
 No final, o polícia liberta o cão, que estava no sitio onde o assassino se encontrava, o cão vai a correr atrás sa mulher, a sua dona.


Na minha opinião este filme relata os tempos de hoje, pessoas más que querem roubar mas a fazer mal ás pessoas..o que cria uma revolta para quem perde a pessoa que se mais ama.

A estranha em mim - comentário - Pedro Miguel



Relatório do filme “A Estranha que há em mim

História
O filme é sobre uma mulher que estava noiva de um homem e numa noite quando iam a passear o cão, eles são encurralados por uns homens de origem latina que começam por lhes roubarem o dinheiro e jóias que ela tinha, incluindo o anel de noivado, mas os ladrões começam a espancá-los e como resultado o noivo da personagem principal morre e ela fica em coma. Quando acorda, ela é interrogada por dois polícias, mas não tem muita memória do que aconteceu. Durante pouco tempo, a mulher não consegue sair de casa devido ao trauma, mas a certo momento sai. Aos poucos e poucos vai-se habituando de novo, mas compra uma arma, pois tem medo que lhe aconteça outra vez o mesmo e também porque a investigação do homicídio do noivo não avança. Numa noite, ela vai a um supermercado e enquanto estava a escolher uma bebida, um homem aparece e mata a empregada do estabelecimento, que era a sua esposa. O telemóvel da personagem principal começa a tocar e o assassino começa à procura dela, no entanto ela pega na arma que comprou e mata o assassino. Ela começa a sentir-se diferente, mas não se entrega à polícia. Noutra noite, ela mata mais duas pessoas, mas desta vez no metro e porque lhe apontaram uma faca. A partir dessa noite, os média começaram a chamá-la de vigilante, porque por pura coincidência, os três que ela matou tinham registo criminal. Ela voltou ao seu trabalho na rádio, mas falou de maneira diferente. Ela começou a falar com um detetive, que era o que estava a supervisionar os homicídios, sobre o que ele fazia e a diferença entre o bem e o mal. Nessa conversa, ela descobre outro criminoso que o detetive refere e depois mais tarde, ela vai matar esse criminoso. O detetive começa a desconfiar dela, devido a uma chamada que ocorreu momentos antes do assassínio desse criminoso. Passado alguns dias, ela é chamada à esquadra para identificar um dos agressores que matou o noivo dela, mas ela mente e diz que nenhum dos que lhe pediram para identificar era um dos agressores. Ela sai da esquadra e nessa noite, ela vai onde o agressor mora. Quando lá chega mata-o logo, mas junto com ele estavam os outros dois agressores, ela persegue-os e mata outro. Ainda a faltar o terceiro agressor, ela procura-o, mas antes de o ver, ele com um pé de cabra aleija-a. Ele antes de a conseguir matar, o detetive chega ao local e obriga-o a render-se. Ele rende-se sem resistência, mas ela pega na arma e aponta-lha. O detetive percebe o ponto de vista e dá-lhe a arma dele para o matar, pois a dele é uma arma legal. Ela mata-o e ainda precisa de disparar contra o detetive para ele mudar o cenário e ela sair impune.


Eu gostei do filme. Achei-o interessante e o título vem de acordo com a história. Ela própria desconhecia aquele lado assassino dela e com isso ela nunca voltará a ser como era antes de entrar em coma. Mas não acho correto, ela matar algumas pessoas porque eu penso que ninguém tem o direito de tirar uma vida. 
Para concluir, ela era uma própria estranha para ela própria e passou a ter outra perspetiva da raça humana, isto é, conheceu o seu lado sombrio.