12ºD
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segunda-feira, 30 de maio de 2016
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
terça-feira, 19 de janeiro de 2016
terça-feira, 10 de novembro de 2015
terça-feira, 20 de outubro de 2015
A Sociologia em Portugal
A sociologia nasceu no século XIX
quando a “questão social” e a miséria da classe operária ameaçavam o
capitalismo emergente no mundo ocidental.
Embora alguns autores identifiquem
o surgimento da Sociologia em Portugal no contexto da Revolução de 25 de Abril
de 1974, muitos outros, embora assinalando a enorme importância deste facto
social e das própria Sociologia, referem esse aparecimento muito antes.
O sociólogo António Firmino da Costa estabelece a
existência de três períodos:
Ø Antes da revolução de Abril de 1974
Em domínios, contestadores da ordem
social, como é o caso das ciências sociais e da sociologia em particular, o
poder político nunca deixou a divulgação das ideias, a organização de debates,
a formação de especialistas, construindo uma paz podre e evitando o
desenvolvimento de uma comunidade intelectual autónoma e dialogante;
Ø De 25 de Abril de 1974 até meados
da década de 80
Aparecem centros de pesquisa, normalmente ligados às
universidades, constituem-se associações científicas, aparecem publicações de
novas revistas especializadas sobre o assunto, organizam-se encontros e
congressos, ou seja, numa palavra, consolidam-se as novas ciências sociais,
onde a Sociologia irá ter um papel fundamental na divulgação de novas ideias e
no desenvolvimento da sociedade portuguesa;
Ø Apos década de 80;
Com o desenvolvimento do
capitalismo em Portugal em finais do sec. XIX, houve um interesse por parte dos
pensadores sociais em estudar o nascente movimento operário. Embora não se
possa marcar uma data como referência para o início da sociologia, a revista Positivismo,
criada em 1878 por Teófilo Braga (1843-1924) e Júlio de Matos (1856-1922),
introduzida em Portugal os primeiros textos sociológicos. Em 1884, Teófilo
Braga publicava a primeira obra intitulada Sistema de Sociologia.
Com o golpe militar de 1926 “a investigação
científica em Sociologia era quase inexistente. A análise sociológica da
realidade portuguesa era incómoda para o regime ditatorial derrubado em 1974”,
salienta António Firmino da Costa. Em Évora, em 1964, surge a primeira
licenciatura em Sociologia e é lançada a revista Economia e Sociologia
Em 1985, foi criada a Associação
Portuguesa de Sociologia, principal organização cientifico-profissional dos sociólogos
portugueses, que apoia a disciplina e o estudo desta nova profissão
Em 1988, realizou-se o primeiro
Congresso Português de Sociologia que, em 2014, já atingiu a oitava edição.
A jovem Sociologia portuguesa é
agora uma área em desenvolvimento com sociólogas e sociólogos de grande
reputação em áreas específicas de trabalho, mas também com profissionais
habilitados para dar resposta aos problemas sociais da sociedade portuguesa
contemporânea.
José Gonçalves Nº23
12ºD
sábado, 10 de outubro de 2015
Comentário ao filme : a estranha em mim - José gonçalves
Relatório/Crítica do filme “A estranha que há em mim”
Este filme foi um filme muito
interessante pois notou-se uma grande mudança na personagem principal que era
Erica Bain, que era uma trabalhadora de uma estação de rádio.
Erica e o seu namorado estavam ansiosos
pelo seu casamento, e num passeio durante a noite a vida de Erica mudou quando
ela e o namorado foram atacados por um grupo de marginais, apesar de ela ter
escapado, o espancamento levou à morte do namorado.
Quando Erica acordou do coma de 3
semanas, e descobre que o namorado estava morto, acontece a mudança psicológica
de Erica, que era uma pessoa que se sentia muito segura e confiante na cidade
onde vivia.
Depois do trauma, a insegurança e o
medo instalaram-se na cabeça de Erica e fez coisas que nunca tinha pensado
fazer, como comprar uma arma ilegalmente, levando-a a cometer homicídios em
situações em que se sentia pressionada.
A cidade acreditava que existia um
vingador. O detective Mercer que fazia as investigações dos assassinatos tinha
uma boa relação com Erica agora tinha dificuldades em confiar nas pessoas, mas
desconfiava que Erica podia ser o vingador.
Erica queria-se vingar e as suas últimas
vítimas tinham sido os assassinos do seu namorado que ela tinha reconhecido na
esquadra e com a ajuda do detective Mercer, Erica escapou sem ser presa.
Concluindo, eu gostei do filme, por
várias razões mas especialmente porque mostra como alguém pode mudar de opinião
sobre as pessoas e o mundo depois de um trauma como o de Erica que a fez mudar
ao ponto de descobrir um lado de si que ela desconhecia, o lado assassino e
frio.
José Gonçalves nº23 12ºD
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